Desconto na compra de 3 produtos iguais

Gravidez e maternidade: o papel do ómega-3 numa fase de grandes mudanças

A gravidez é um período de profundas transformações físicas, emocionais e hormonais. Para muitas mulheres (sobretudo mães de primeira viagem) surge também uma nova relação com o corpo, com a alimentação e com as escolhas diárias que passam a ser feitas não só por si, mas também pelo bebé que está a crescer.

Neste contexto, a nutrição assume um papel central. Mais do que “comer por dois”, trata-se de nutrir melhor, garantindo que o organismo dispõe dos nutrientes necessários para acompanhar esta fase exigente e única.

A gravidez como fase de maior exigência nutricional

Durante a gravidez, o corpo da mulher adapta-se para sustentar o crescimento e desenvolvimento do feto. Este processo envolve:

  • aumento do volume sanguíneo;
  • alterações hormonais significativas;
  • maior exigência metabólica;
  • redistribuição de nutrientes para o bebé.

Estas mudanças fazem com que certos nutrientes ganhem especial importância, nomeadamente aqueles que participam na formação de tecidos, na função celular e no equilíbrio fisiológico, como é o caso dos ácidos gordos ómega-3.

O que é o ómega-3 e porque é relevante nesta fase

O ómega-3 é um grupo de ácidos gordos essenciais, o que significa que não é produzido pelo organismo e deve ser obtido através da alimentação. Entre eles, destaca-se o DHA (ácido docosahexaenoico), um componente estrutural importante das membranas celulares, especialmente no cérebro e na retina. De acordo com alegações de saúde autorizadas na União Europeia, o DHA contribui para o desenvolvimento normal do cérebro e da visão do feto, quando a ingestão diária pela mãe atinge pelo menos 200 mg de DHA, para além da ingestão recomendada de ácidos gordos ómega-3 para adultos.

Esta contribuição ocorre no contexto de uma alimentação equilibrada e não substitui outros cuidados essenciais durante a gravidez.

Alimentação moderna e ingestão de ómega-3

Apesar da sua importância, muitas mulheres apresentam uma ingestão reduzida de ómega-3, sobretudo de DHA. Algumas razões frequentes incluem:

• menor consumo de peixe gordo; • aversões alimentares comuns na gravidez; • preocupações com contaminantes em peixe; • dietas vegetarianas ou com restrição de produtos de origem animal.

Nestes casos, a escolha de alimentos ou suplementos que garantam qualidade, pureza e rastreabilidade torna-se particularmente relevante.

Ómega-3 durante a gravidez: uma abordagem equilibrada

A utilização de suplementos alimentares durante a gravidez deve ser sempre feita de forma responsável, respeitando:

• as indicações do rótulo; • as quantidades recomendadas; • a orientação de um profissional de saúde, sempre que necessário.

O ómega-3 não é um medicamento, não previne nem trata condições médicas, mas pode integrar uma estratégia nutricional consciente quando a alimentação não assegura o aporte adequado.

E após o nascimento? Continuidade na maternidade

Após o parto, o corpo continua a atravessar um período de adaptação. Durante a amamentação, a composição do leite materno reflete, em parte, a alimentação da mãe. O teor de DHA no leite está diretamente relacionado com a ingestão materna, o que reforça a importância de manter uma nutrição cuidada também nesta fase. Além disso, o pós-parto é frequentemente acompanhado por cansaço físico e emocional, tornando ainda mais importante uma abordagem nutricional equilibrada e sustentável.

Como escolher um ómega-3 nesta fase da vida

Para grávidas e mães recentes, alguns critérios são particularmente importantes na escolha de um suplemento:

  • origem controlada e rastreável;
  • ausência de metais pesados e contaminantes;
  • certificação independente de qualidade;
  • informação clara e transparente;
  • respeito pelas recomendações legais.

Óleos de peixe purificados ou óleos de algas (opção vegetal) são frequentemente considerados por mulheres que procuram garantir o aporte de DHA com segurança.

Conclusão

A gravidez e a maternidade são fases de grande sensibilidade e transformação. Cuidar da alimentação, informar-se e fazer escolhas conscientes faz parte desse caminho. O ómega-3, enquanto nutriente essencial, pode integrar uma abordagem nutricional equilibrada durante a gravidez e após o parto, sempre com responsabilidade, informação clara e respeito pelas recomendações oficiais.

Item adicionado ao carrinho.
0 itens - 0,00